JoanaGoncalves_exercicio1

Imagem raster|Innervision                                Imagem vectorial|Innervisionment


Sobre Goncalves Joana

Joana Gonçalves, 21 anos, natural de Newark, New Jersey (U.S.A.), viveu uma década na Alemanha e há outra que vive em Portugal. No seu Universo inserem-se a arte, a ciência e as humanidades, dedicando-se a investigar, aprender e transmitir. Frequentou a licenciatura Ciências das Artes e do Património, na Faculdade de Belas-Artes da UL. Em tempos livres explora livros e computadores, dedica-se de corpo e alma ao Voleibol e pensa em fotografia. Além disso, interessa-se pela medicina tradicional e alternativa, massagens e terapias, boa música (jazz, blues, soul, funk, underground, clássica), faz hiking, gosta de trovoadas, de paisagens e de cultura geral.
Esta entrada foi publicada em Exercício 1, Exercícios, Multimédia, Registos fotográficos. ligação permanente.

3 respostas a JoanaGoncalves_exercicio1

  1. Gostei bastante destas imagens e de trabalhar com elas depois no segundo exercício. É uma imagem que transparece aquilo em que tu acreditas :) Bom trabalho :)

  2. Podes explicar melhor o teu conceito? Fiquei curiosa!

  3. Sim, claro!

    O título surgiu depois de ter começado um exercício para Fotografia Estudos Avançados. Depois de rever o meu trabalho fotográfico de há quatro anos (foi o tempo que não fotografei) percebi que esse estava imaturo principalmente porque fazia narrativas com outras personagens e na verdade me estava a representar a mim mesma.Num conjunto de outros momento-chave percebi que tinha de fazer um trabalho de auto-retrato e auto-representação- tinha chegado a hora.
    Esta imagem pertence à segunda fase desse trabalho autoretrativo, em que assumo que existir num Eu diferente de eu, o meu eu e a persona/ máscara/ fantasma etc. e por isso “Innervision”. Os mandalas representam os vários níveis de atuação do ser humano, aquele que somos, aquele que demonstramos e aquele da nossa alma.Os olhos tapados e não tapados têm a ver com aquilo que se vê e não se vê de mim, aquilo que vocês sabem e não sabem de mim (nessa altura andava a escrever cartas a amigos da primária para saber como me tinham mantido na memória- talvez sejam os que melhor me conhecem).

    O trabalho teve continuidade e já passei por muitas outras fases. Parece um trabalho de catarse, de expurgação =)

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